Pó condicionou resultado a Luís Mota

Como vem sendo habitual nas últimas edições, o Rali de Portugal Open é um grande desafio para todas as equipas que nele alinham, sobretudo pelos troços extensos e de alguma dureza dos pisos, que obriga os pilotos a gerir bem a sua prova de forma às mecânicas das viaturas aguentarem. 

Na presente edição da prova do Automóvel Clube de Portugal, os concorrentes do Open disputaram apenas o dia de sábado, fazendo uma dupla passagem pelos troços de Vascão e Loulé. 

Luís Mota e Alexandre Ramos partiram bastante motivados para a prova, conseguindo tirar toda a competitividade do Mitsubishi EVO IV neste tipo de piso, terminando a primeira passagem pelos troços na terceira posição, a apenas algumas décimas do segundo. 

Nos dois últimos troços, o objetivo era tentar manter um lugar entre os três primeiros, mas a dupla acabou por ver a sua tarefa dificultar-se quando o concorrente que os antecedia furou e rodou num ritmo lento. 

Num troço com mais de vinte quilómetros e com as equipas a partir de minuto a minuto, o piloto do Cartaxo rodou muitos quilómetros no meio do pó, com muito pouca visibilidade, acabando por perder muito tempo. 

Com esta situação acabaram por descer a quarto, num rali que acabou por ser muito positivo, já que o principal objetivo da equipa era participar e divertir-se, pois tratou-se de uma prova extra-campeonato. 

Luís Mota e Alexandre Ramos prosseguem com o Rali de Alfena, prova pontuável para o Campeonato Open de Ralis e Campeonato Regional Ralis Norte.

RallyMania com A.I.