O Sical Challenge Team Açores conseguiu alcançar o único verdadeiro objectivo que tinha para o SATA Rallye Açores e que passava por terminar o mais duro dos ralis açoreanos e um dos mais difíceis do Campeonato de Portugal de Ralis, juntamente com o Rali de Portugal.“Não foi nada fácil” conta Diogo Silva, o piloto do Saxo Cup. “Todos sabemos que a origem do Sical Challenge Team está no todo-o-terreno e nas participações no Lisboa / Dakar. Pois bem, posso dizer que neste rali estivemos dentro desse espírito uma vez que, com o número que nos foi atribuído, apanhámos as estradas de tal forma degradadas que houve alturas que pensei que estava numa qualquer baja...” afirmou, bem disposto, o piloto micaelense.
Ainda assim e face à dureza do percurso que ditou o afastamente por desistência de mais de metade da caravana deste SATA, o Saxo Cup decorado com as cores da Sical aguentou muito bem o esforço a que foi submetido levando Diogo Silva a “agradecer a todo o pessoal que trabalhou afincadamente para recuperar o carro depois do acidente que sofremos no Rali Sical porque fizeram um excelente trabalho. O carro esteve sempre como novo.”
Ao conseguirem terminar as duas etapas que compunham o SATA Rallye Açores, Diogo Silva e Rui Anjos obtiveram uma interessante pontuação para a Fórmula 3, competição reservada aos veículos de duas rodas motrizes e motorizações até 1600cc. Diogo Silva é o nono dos trinta e três pilotos que já pontuaram neste campeonato apesar de não ter feito o Rali da Ribeira Grande em virtude do acidente sofrido no Sical.
A próxima prova a disputar pelo Sical Challenge Team Açores é o Rali de Santa Maria, que vai para as estradas de asfalto da ilha do sol a 8 e 9 de Agosto.
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